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Mente sadia, corpo são Curso NTE

Arquivos do Estágio Supervisionado

Abaixo os links para os arquivos...

Ficha de avaliação da aula-prova
Ficha de avaliação final
Roteiro para relatório final de estágio

Juciene

04 de Outubro - Dia dos Animais

Neste 04 de outubro, dia dos animais não temos muito o que comemorar! infelizmente nossa fauna tem sofrido muito pelas ações insanas do homem. Aqui em Quirinópolis temos notícias todos os dias de animais que estão morrendo nas queimadas criminosas que não só estão queimando a cana, mas a flora que pertence às APPs (Áreas de Proteção Ambiental) próximas aos canaviais. Além disso, muitos são atropelados nas rodovias pelo aumento do tráfego. Caminhões e bitrens não tem perdoado nossos bichinhos. Pior ainda: continuam traficando animais em nossa cidade! o principal alvo são os pássaros!
É muito triste esta realidade! precisamos denunciar! nos mobilizar...
Chega de tanta impunidade!

Leptodactylus fuscus

Leptodactylus fuscus
Coletada na Fazenda Lageado - Quirinópolis - Go
Foto: Cristino Renato

Passeio Ciclístico 2010

Organizado pela Associação Galeatus, o evento foi um grande sucesso!
Confiram as fotos...


Caso você tenha participado e queira alguma das fotos, entre em contato através dos comentários abaixo e deixe seu e-mail, que enviamos...

Physalaemus cuvieri

Physalaemus cuvieri

Resgate da Jaguatirica em Quirinópolis



Vejam o vídeo do resgate da Jaguatirica, que aconteceu em Quirinópolis.
A equipe da Galeatus: Cristino, Reile e Dr. Anderson, com o apoio da Polícia Militar prestaram um grande serviço...
Parabéns!

Queimadas criminosas continuam em Quirinópolis


Queima da cana na região da Sete Lagoas, 20-08-10. De repente, virou noite!

Para a tristeza e o desespero da população, as queimadas continuam intensas nos canaviais de Quirinópolis. Todos os dias nos deparamos com fuligem e cinzas que sujam nossas casas, roupas e pioram ainda mais a qualidade do ar cuja umidade relativa tem atingido níveis críticos. O que a população pode fazer? a quem recorrer? ao Ministério Público? à Secretaria do Meio Ambiente? ao IBAMA? Será que nenhum desses órgãos, cuja função primordial é zelar pela qualidade do meio ambiente e fiscalizar as ações de empresas e proprietários rurais cujas áreas plantadas constantemente são queimadas por "criminosos"...
Ou será o motoqueiro fantasma?
Infelizmente estamos à deriva... largados às mãos dos poderosos... resta-nos a fuligem, as cinzas e o céu negro...

Labaredas da morte: animais silvstres, mata nativa... vai tudo....

POEMA TRISTEZA: QUEIMADAS

1
Oh que crime cruel comete o homem ,
ao tesouro vital que lhe foi dado ,
fonte de vida , que bem conservado
livra–lo-ia dos males que o consomem ,
são florestas inteiras que se somem ,
a moto serras e fogo consumidas ,
cinzas provinda de milhões de vidas ,
cruelmente da terra erradicadas .

2
Ao olharmos a terra devastada ,
que tamanha explosão ali houvera ???
que mesmo sem deixar qualquer cratera ,
só deixara de resto a fumarada ???
que dor ver a floresta assim tombada ,
para onde irão os seres que a habitam ?
como serão pessoas que só fitam ,
lucro material , sem ver mais nada ?....

3
Não podem ser a feras comparadas ,
estas não por prazer destroem a vida ,
mas somente na luta por comida ,
em parâmetros da LEI por DEUS criada .
O homem no entanto não vê nada ,
quando por ímpia ambição movido ,
não vê que detendo a ação terá detido
o baraço , á prole condenada . 

4
E na floresta já desvirginada ,
as moto serras com avidez movidas ,
fazem por léguas , assim serem ouvidas ,
como hinos da morte decretada
a mata , que espera ali calada ,
suas vozes que zumbem ,roncam , guincham ,
penetrando nos caules , que destrinçam ,
e transformando tanta vida em nada .

5
As árvores que ali são derrubadas ,
provocam sons tão tétricos e medonhos,
que nem talvez , no mais terrível sonho ,
pudessem ser tais vozes escutadas .
Contrastam com as outras tão caladas,
que acostumadas ao ciciar do vento
escutam agora o último lamento,
das irmãs que vão sendo executadas .

6
Calam se as aves , já mais nada brada ,
os pássaros já nas copas não voejam ,
e nesta vasta área não adejam ,
os ali faziam sua morada .
O som da morte paira , e ali mais nada ,
além da própria morte já habita ,
e o homem que executa esta desdita
tripudia da vida derrotada .

7
Já após ser a área devastada ,
deixam-na crestar ao sol que ali parece
raios de puro fogo e desverdece
por três meses a mata ali prostrada.
Ansiando o fim da empreitada ,
finalmente após fazerem aceiros ,
vem o homem cruel , “o açougueiro” ,
chegam um fósforo à macega , e o fogo brada .

8
Do corpo da macega ele se espalha ,
penetrando na mata ali caída ,
por três meses de sol tão ressequida ,
que terrível se alastra como em palha
Transforma-se em labaredas e amortalha
todo animal que para ali volvera ,
e com o tremendo caos os envolvera
transformando-os em cinzas de fornalha . 

9
Os troncos a queimar ,zunem , assobiam ,
como o desesperado grito de uma prece ,
como se a seiva que em si houvesse ,
fosse resto de vida que teriam
e que o som que então , ali enviam ,
fossem alertas aos homens que perpetram
crime hediondo , e que assim encetam ,
viagem ao próprio fim que enunciam .

10
Sobem as labaredas , e ao céu clareiam
num imenso rubor que ao longe ver-se .
como se o próprio céu fosse acender-se
na maldade dos homens que as ateiam ,
e a oblação na pira que incendeiam
fosse por DEUS ali indeferida ,
pagando os homens com a própria vida ,
o preço vil do mal que ali semeiam .

11
Estalam os galhos secos , e as folhagens ,
tostadas pelo sol são consumidas
com rapidez de pólvora , e reduzidas
a fino pó levado nas aragens .
nos aceiros da roça , ali na margem ,
a aba da floresta é atingida
e árvores gigantescas , ainda em vida ,
são pelo fogo ,em pé , ali crestadas .

12
As labaredas rodopiam aos ventos
por centenas de metros assim subindo ,
e velozes , avançando , vão-se indo
a cobrir toda área em momentos ;
conseguem-se imaginar todos tormentos ,
que o escrito mais maniqueísta
e Dantesco que haja , não registra ,
e ouvir-se toda classe de lamentos .

13
Choram ali os vergéis que se consomem ,
chora o vento que ao fogo ativa e alastra ,
chora o clarão da chama que alabrastra
e a noite ; e a escuridão que ante ele somem ,
choram as chamas que aos troncos lambem e comem,
de desespero o próprio fogo chora ,
na tremenda aflição daquela hora ,
lá todos choram , só não chora o homem .

14
Ah ; que torpeza , quanta ignorância,
deste ser racional que se intitula
o mais sábio dos seres , e se rotula
de ser superior ;quanta arrogância .
talvez até que na primeira infância ,
assim o fosse , mais ali deixara ,
toda bondade que de DEUS ganhara
agindo agora em pura discrepância .

15
OS HOMENS seres maus e abjetos ,
que só poluem , corrompem e desvirtuam ,
e em toda área da terra onde atuam 
sacrificam a paisagem aos seus projetos ,
e embora existam ainda uns poucos retos ,
poluem os rios , os mares e o próprio espaço ,
e a terra que os abriga em seu regaço
Um dia OS AFOGARÁ em seus DEJETOS .
Mestre Egidio
Fonte: http://www.luso-poemas.net/

Rapel super radical no acampamento da Biologia




Foi um sucesso o 2º Acampamento Ecológico da Biologia. Além das atividades de pesquisa com aves, anfíbios e quirópteros os acadêmicos fizeram trilhas, tomaram banho de cachoeira, escalaram encostas de serra e desceram em rapel. O Rapel é claro foi o auge... medo...pavor.. força... emoção...
Tiveram até lágrimas de emoção...
Foi D+! Resta deixar aqui um grande abraço pro Dr. Anderson, que gentil e pacientemente conduziu um por um na descida... Obrigada! Muuuuuito mesmo!!!

Curtam aí o vídeo das fotos do rapel....


Para baixar as fotos, Clik aqui. Demora um pouco, mas vale a pena!

O amor é lindo... e que seja eterno!